Efeito neve:

Peça do Mês de Dezembro - 2011 - Composition - Nadir Afonso







• Super-categoria: Artes Plásticas e Artes Decorativas

• Categoria: Pintura

• Título: “Composition”

• N.º Inv. MRF 8

• Descrição: O espaço pictórico de cariz abstracto conjuga várias figuras geométricas, como espirais, linhas curvas e outras. O pintor usa os tons de preto, branco, azul e verde, criando uma atmosfera de conjugação de cores e sobreposição de formas geométricas.

• Autoria: Nadir Afonso

• Legenda/Inscrição: Nadir 50 (margem superior direita)

• Ano: 1950

• Técnica: Gliceroftálicas

• Dimensões: 68 cm x 89 cm

• Historial: A presente obra faz parte de um conjunto de 15 quadros oferecidos pelo pintor flaviense, Nadir Afonso, ao Museu da Região Flaviense.

• Data da Incorporação: 27/03/1982

• Localização: Sala Nadir Afonso do Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense.


Todos os meses, o blogue do Museu da Região Flaviense tem uma peça do seu espólio em destaque, para que possa conhecer melhor a nossa colecção museológica.

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Peça do Mês de Novembro - 2011 - Ex-voto





 
• Super-categoria: Artes Plásticas e Artes Decorativas

• Categoria: Pintura

• Designação: Ex-voto a Nossa Senhora dos Remédios

• Autor(es): A. Moura

• Local de execução: Porto

• Descrição: A cena pictórica descreve o interior de um quarto com o respectivo mobiliário e duas personagens presentes, uma delas, doente deitada na cama, e a outra, em posição de prece ajoelhada junto à cama. Ao centro, no plano superior, surge a imagem de Nossa Senhora dos Remédios com um menino ao colo, envolta numa nuvem iluminada e ladeada por seis anjos.

• Inscrição: “Milagre que fez N. S. dos Remédios a A. F. C. Sotto-Maior” (margem inferior ao centro).

• Datação: séc. XIX; 1899

• Matéria/Técnica: óleo s/ tela

• Localização: Núcleo de Arte Sacra da Região Flaviense (junto à Igreja Matriz de Santa Maia Maior)


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Peça do Mês de Outubro - 2011 - Peça de Campanha





• Categoria: Militar

• Sub-categoria: Armas

• Denominação: Peça de campanha ou canhão

• Descrição: Boca de fogo em forma de tubo, fechada numa das extremidades e aberta na outra, onde é carregado o projéctil em formato esférico, que é impelido a longa distância atingindo grande velocidade no início, mas que vai diminuindo no trajecto final. Assenta num suporte com rodas laterais para ser puxado e movimentado de local. Esta peça de artilharia possui orifício para mecha e destina-se a disparar granadas em tiro tenso de calibre 7,5 cm.





• Época: Séc. XVIII (1797)

• Matéria: Bronze

• Calibre: 7,5 cm

• Historial: Peça de campanha do séc. XVIII, manufacturada no arsenal do exército em 1797, no reinado de D. Maria I. Fez parte da artilharia usada pelo General Silveira na Guerra Peninsular (1808-1815).

• Localização: Núcleo de História Militar (2.º piso da Torre de Menagem)





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Peça do Mês de Setembro - 2011 - Estátua-estela






• Super-categoria: Arqueologia.

• Categoria: Escultura

• Sub-categoria: Mágico/Religioso

• Denominação: Estátua-estela antropomórfica

• N.º Inv. 976/MRF/NcARQ/695/09

• Descrição: Estátua-estela de granito. Representação antropomórfica com vestuário em estola, armada de punhal e decorada com colar. Escultura com duas faces principais paralelas, com os braços e a cabeça reduzidos à sua parte adjacente ao corpo, com o contorno do tórax esquematicamente marcado, sugerindo uma cintura, e com a parte inferior reduzida à forma simples de laje afeiçoada e adelgaçada. A face do anverso apresenta um aspecto mais rugoso, contrastando com a face do reverso que surge mais lisa e polida. Daí que poderemos estar perante um reaproveitamento e dois momentos de confecção. Por último surgem duas linhas paralelas a cortar a área do colar, constituindo a figuração da correia da arma que se encontra disposta na vertical na face do lado direito, podendo ser um punhal ou espada curta que se encontra embainhada. Na face do reverso encontra-se, na vertical, ao centro, em relevo um motivo subrectangular, que alarga para as extremidades, terminando de forma rectangular. Este motivo poderá tratar-se da parte de trás da bandoleira, constituída por uma espécie de suspensório para impedir o deslizar da arma ou também poderão ser símbolos de autoridade que se usariam ao pescoço e sobre o peito.





• Época: Idade do Bronze; 1800 a. C. – 700 a. C. aprox.

• Matéria: Rocha granítica leucocrata, de textura fanerítica equigranular de grão médio

• Medidas: Alt. – 161 cm

• Historial: Este tipo de peça arranca, grosso modo, do fim dos tempos neolíticos, e abarca uma época em que a introdução da metalurgia provoca uma mutação cada vez mais profunda nas sociedades, o que irá conduzir a uma maior importância da figura humana e do indivíduo, em especial do chefe militar, sobre o conjunto da colectividade e como protecção do território contra ataques exteriores, patente na evolução dos rituais funerários e na representação das estátuas. Parece ser um sintoma de hierarquização das sociedades no sentido de consolidação dos chefados.

• Data de incorporação: 1976

• Procedência do achado: Carreira da Pedra, freguesia de Faiões, concelho de Chaves.

• Circunstâncias do achado: A peça foi encontrada na Veiga de Chaves, na "Carreira da Pedra", a cerca de 200 m da encruzilhada (Cruzeiro) de Faiões, quando se procedia ao alargamento do caminho vicinal que liga Faiões à Veiga. Posteriormente, os rapazes da aldeia levaram-na para o campo de futebol local, onde foi implantada verticalmente no solo, de modo a enfeitar o campo, adornada com uma cabeça em cimento e pintada a preto nos colares, incluindo a data de 1975, e a amarelo na estola. Aí permaneceu durante cerca de 1 ano, servindo de amuleto aos jogadores para dar sorte nos jogos de futebol. Posteriormente algumas entidades de Chaves, como o então Presidente da Câmara, Sr. Tenente Videira, Dr. Montalvão Machado e Dr. Mário Carneiro tiveram conhecimento da peça e trataram de a transladar para o Museu.

• Localização: Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense.




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Jornadas Europeias do Património 2011






O Município de Chaves associa-se mais uma vez às Jornadas Europeias do Património. Para comemorar as Jornadas, o Município, através do Museu da Região Flaviense, pretende realizar os seguintes eventos:

  • 23 de Setembro (18h00 - Sala Nadir Afonso) - Conferência: "Património e Paisagem Urbana"

  • 24 de Setembro (09h00* sujeito a inscrição) - "Caminhada Urbana pelo Património Escondido"


As Jornadas Europeias do Património, iniciativa do Conselho da Europa e da União Europeia, realizam-se anualmente no mês de Setembro, sendo o tema escolhido para o ano de 2011 "PATRIMÓNIO E PAISAGEM URBANA". As Jornadas têm como principal objectivo sensibilizar a população para a importância da protecção e da valorização do Património.


 
Contamos desde já com a sua participação, venha inscrever-se na CAMINHADA através dos seguintes contactos: tlf: 276 340 500 (Ext. 446), e-mail: museusmunicipaischaves@gmail.com ou pessoalmente no Museu da Região Flaviense (Praça de Camões).
 
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Dia Internacional da Juventude 2011








No âmbito do Dia Internacional da Juventude, a rede de museus municipais, Museu da Região Flaviense, faculta a entrada gratuita para todos os jovens no dia 12 de Agosto em todos os seus núcleos museológicos.

Se tens entre 12 e 25 anos não deixes de nos visitar neste dia. Contamos com a tua presença.

 
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Peça do Mês de Agosto - 2011 - Menino Jesus de Praga









• Super-categoria: Artes Plásticas e Artes Decorativas

Categoria: Escultura

• Designação: Menino Jesus de Praga

• Descrição: O Menino tem os cabelos ondulados, castanhos, formando pequenos anéis nas pontas. A encimar-lhe a cabeça tem uma bela coroa em forma de bolbo, vermelha e dourada, decorada com pedraria. No topo o remate é feito por uma pequena cruz (que está danificada). A face é redonda, de boca e nariz pequeno e olhar ternurento. Tem a cobrir-lhe o corpo uma túnica com mangas, branca, que lhe chega até aos pés. Nos punhos tem um debrum dourado seguido por um folho rendado. A orlar a base das vestes do Menino pode observar-se uma bainha ricamente decorada com motivos dourados e pedraria. Estes motivos decorativos sobem pela parte da frente da túnica até meio do corpo. No peito, o mesmo paramento tem uma estrela dourada também cravejada a pedraria. Por cima da túnica, o Menino veste uma capa comprida, vermelha, com decoração a dourado e pedraria na orla da bainha. Pela frente, vê-se o interior da capa, branca com pequenos relevos a negro. Aos ombros tem um pequeno capote com igual decoração. Na mão esquerda o Menino segura um globo azul-escuro, com duas faixas cruzadas, uma vertical outra horizontalmente, e uma cruz no topo, tudo dourado. A mão direita está em posição de bênção, com os dedos médio e indicador estendidos, ambos enfeitados com uma jóia – espécie de anel de ouro com duas pedras vermelhas, que une os dois dedos. O Menino está descalço, em cima de uma base quadrangular, a imitar o mármore, em tons cinzentos. Esta base assenta num belo pedestal quadrilátero, vermelho, com decoração vegetalista a dourado.

• Datação: Séc. XX

• Matéria/Técnica: Madeira policromada/dourada

• Dimensões: altura: 84,5 cm; largura: 26 cm; profundidade: 26 cm

• Peso: 7,5kg

• Localização: Núcleo de Arte Sacra da Região Flaviense (junto à Igreja de Santa Maria Maior)






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Peça do Mês de Julho - 2011 - “L’ aurore de villes” - Nadir Afonso










• Super-categoria: Artes Plásticas e Artes Decorativas

• Categoria: Pintura

• Título: “L’ aurore de villes”

• N.º Inv. MRF 11

• Descrição: O espaço pictórico conjuga figuras geométricas como círculos, rectângulos, triângulos, linhas. O pintor usa como paleta pictórica o preto, azul e vermelho em fundo branco.

• Autoria: Nadir Afonso (Chaves, 1920 - )

• Legenda/Inscrição: Nadir Afonso 71 (margem superior esquerda)

• Ano: 1971

• Técnica: Óleo s/ tela

• Dimensões: 64.5 cm x 109.5 cm

• Historial: A presente obra faz parte de um conjunto de 15 quadros oferecidos pelo pintor flaviense, Nadir Afonso, ao Museu da Região Flaviense.

• Data da Incorporação: 27/03/1982

• Localização: Sala Nadir Afonso do Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense.



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Peça do Mês de Junho - 2011 - Locomotiva E 161








• Denominação: Locomotiva E 161

• N.º Inv. CHAV76-A/329

• Série: CP 161- 170

• Construtor: Henschel & Sohn Alemanha

• Ano de fabrico: 1905

• Timbre da Caldeira: 12 km/cm2

• Esforço de tracção: 7 875 Kg

• Iluminação: Acetilene

• Capacidade de aprovisionamento: água – 3.500 l; carvão – 1.300 kg

• Bitola: Métrica

• Historial: Locomotiva adquirida pelos Caminhos de Ferro do Estado/Direcção do Minho e Douro. Pertence à primeira série que circulou na Linha do Corgo.






 
 

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Dia Internacional dos Museus






O Museu da Região Flaviense associa-se mais uma vez às comemorações do Dia Internacional dos Museus, 18 de Maio, sendo o tema proposto para 2011 "Museus e Memória".

Para marcar esta data, o Museu faculta a entrada gratuita a todos os visitantes neste dia e convida-o desde já a conhecer "Chaves Antiga", através de uma projecção fotográfica a decorrer durante o dia.

Não deixe de nos visitar neste dia. Contamos com a sua presença.

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Peça do Mês de Maio - 2011 - Vaso Campaniforme






• Super-categoria: Arqueologia.

• Categoria: Cerâmica Utilitária

• Sub-categoria: Cerâmica Comum

• Denominação: Fragmentos de vaso campaniforme

• N.º Inv. 984/MRF/NcARQ/800/10

• Descrição: Fragmentos de vaso campaniforme de cerâmica, possivelmente esférico e de fundo arredondado. Decoração: sob o bordo desenvolvem-se duas linhas paralelas a este, às quais se sucede, até à base, um triângulo inciso, preenchido com linhas horizontais. Ao lado, dois círculos raiados também incisos, encimados por incisões ténues curvilíneas, havendo na parte inferior, sob os referidos círculos, também duas linhas ténues curvilíneas descontínuas. De cor acastanhada.

• Iconografia: A decoração apresentada é um clássico motivo simbólico "oculado", interpretado habitualmente como um par de olhos com as respectivas sobrancelhas, e tatuagem facial.




• Época: Calcolítico; 3.º milénio a. C. – 2.º milénio a. C. aprox.

• Matéria: Cerâmica de pasta compacta, com desengordurante de pequeno calibre.

• Medidas: Alt. - 7,9 cm ; Larg. - 5,2 cm

• Data de incorporação: 1984

• Procedência da recolha: S. Lourenço, freguesia das Eiras, concelho de Chaves.

• Circunstâncias da recolha: Escavações da campanha de S. Lourenço, que decorreram em 1984, sob a orientação da Dr.ª Susana Oliveira Jorge.

• Bibliografia: Jorge, Susana Oliveira - Povoados da pré-história recente da região de Chaves - Vila Pouca da Aguiar. Porto, 1986: Instituto de Arqueologia da Faculdade de Letras do Porto. 2 v. Est. CVI; fig. 1.




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Férias da Páscoa no Museu






Decorreu pela primeira vez a iniciativa “Férias da Páscoa no Museu” durante os dias 19 e 21 de Abril, destinada a crianças entre os 8 e os 14 anos de idade. A acção foi organizada pelo Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense, consciente da importância de actividades lúdico-pedagogicas para o público escolar em tempo de férias, essencialmente voltadas para a descoberta, sensibilização cultural, criatividade e aprendizagem, conceitos fundamentais no percurso formativo dos mais novos.

No primeiro dia decorreu a actividade “o património passo-a-passo”, na qual as crianças foram convidadas a testar os seus conhecimentos, através de um passeio pedestre pelo centro histórico, de modo a descobrir passo-a-passo os principais monumentos por meio de adivinhas, às quais responderam prontamente.

O segundo dia foi dedicado à temática da Páscoa, através de uma apresentação foi desvendado o significado da Páscoa, do ovo e do coelhinho, símbolos que povoam o imaginário infantil, e dado a conhecer algumas das tradições flavienses nesta época. Seguiu-se um momento colorido, onde as crianças com grande entusiasmo puderam dar largas à sua criatividade na decoração e pintura de ovos de esferovite.

Finalmente, o momento mais aguardado e de grande delírio para todos, “a caça aos ovos de chocolate” escondidos no interior do museu e pelo jardim da Torre de menagem.

Para marcar a actividade, foi oferecido um CD com fotografias da passagem pelo património flaviense de todos os participantes, como forma de incentivar a que cada um comece a construir o seu próprio álbum de memórias.


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Peça do Mês de Abril - 2011 - Ara Votiva









• Super-categoria: Arqueologia.

• Categoria: Epigrafia.

• Sub-categoria: Rituais/Religião.

• Denominação: Altar/Ara Votiva

• N.º Inv. 929/MRF/NcARQ/21/09

• Descrição: Bloco em granito com cavidade triangular superior e texto epigráfico votivo dedicado à divindade Vénus Vencedora, por Lúcio Avito?

• Inscrição: Vem-eri / Victrici / L(ucius)? A(vitus)?. (hedera) ex. vi(su) / ar(am) p(ossuit).

• Interpretação: Lúcio Avito? Dedicou este altar a Vénus Vencedora, devido a um sonho que teve.

• Época: Romana; Finais do II e inícios do III séc.

• Justificação da data: A possível datação da ara votiva fundamenta-se no impulso que os Severos dão ao culto a Vénus, assim como no característico telhadinho do monumento e atendendo a certas características paleográficas.

• Matéria: Granito

• Medidas: Alt. - 68 cm; Larg. – 32 x 25 cm; Alt. das letras. – 5/6 cm.

• Historial: É possível que a cavidade triangular que possui a ara, na zona do capitel, não fosse mais do que o lugar de posição de uma estatueta de Vénus, tal como sugere o telhadilho da superfície superior.

• Procedência do achado: Rua Direita (travessa da farmácia), freguesia de St.ª Maria Maior, concelho de Chaves.

• Circunstâncias do achado: Foi achada em 1929, na Rua Padre Adolfo Magalhães, na cidade de Chaves, a uns oitenta centímetros de profundidade e junto à porta da casa da família Magalhães.

• Bibliografia: RODRÍGUEZ COLMENERO, António - Aquae Flaviae: I Fontes epigráficas da Gallaecia meridional interior. 2.ª ed. Chaves : Câmara Municipal, 1997, pp. 109-110; fig. 80.






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Um Património Vivo 2011







Terminou no dia 6 de Abril mais uma actividade no âmbito do Projecto “Viver a Escola”, que contou com a participação de aproximadamente 500 crianças do ensino pré-escolar. “Um Património Vivo” teve lugar no Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense pelo terceiro ano consecutivo, uma iniciativa organizada pelo Município, em que participaram aproximadamente quarenta salas de aula.

A actividade teve início com a visualização de um filme animado - “Era uma Vez o Homem” – através do qual as crianças puderam aprender o que é a arte rupestre, que cores e materiais eram usados pelo homem, bem como os motivos que eram representados nas suas pinturas. Num segundo momento, uma personagem do filme lançou uma missão, à qual os participantes responderam com entusiasmo pintando em esferovite os animais caçados na pré-história e deixando a marca da sua mão pintada na parede. No final, para complementar a acção realizou-se uma visita guiada ao espólio do museu, onde as crianças puderam tomar contacto com alguns vestígios de arte rupestre da Região Flaviense.

A iniciativa pretendeu explorar de forma lúdica e pedagógica a temática da Arte na Pré-história, bem como incutir desde cedo nas crianças uma educação patrimonial e estimular as suas capacidades intelectuais, como a imaginação e a criatividade.

Fique com algumas imagem da actividade.







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Férias da Páscoa 2011






O Museu da Região Flaviense, tendo presente a importância do desenvolvimento de actividades lúdico-pedagógicas para o público escolar, pretende desenvolver duas acções para o período de férias escolares da Páscoa, voltadas para a descoberta, sensibilização cultural, criatividade e aprendizagem, conceitos fundamentais no percurso formativo das crianças.

A iniciativa Férias da Páscoa 2011 no Museu, destinada a crianças entre os 8 e os 14 anos de idade, irá decorrer durante os dias 19 e 21 de Abril e pretende proporcionar diversidade cultural e lúdica em tempo de férias escolares.

As inscrições são gratuitas e limitadas (mínimo de 8 crianças e um máximo de 15), podem ser efectuadas até ao dia 15 de Abril no Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense e no Centro Cultural. A ficha de inscrição* estará disponível nos locais ou também podes descarregá-la aqui.



Programa:


19 de Abril - 14:30 às 17:00


“O Património Passo-a-passo”

Achas que conheces bem a cidade de Chaves e os seus monumentos?

Vem testar os teus conhecimentos, fazer um passeio pedestre pelo centro histórico, descobrir passo-a-passo os monumentos da cidade através de adivinhas e desvendar algumas curiosidades sobre os monumentos.

No final, o nosso percurso irá terminar num espaço verde junto ao rio, onde poderás desfrutar do lanche e de alguns jogos ao ar livre, beneficiando da chegada da primavera.

Para marcar a actividade, irás receber um CD com fotografias da tua passagem pelo património flaviense para que comeces a construir o teu próprio álbum de memórias.

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21 de Abril - 14:30 às 17:00

“A Páscoa no Museu”

Sabes porque se celebra a Páscoa? E qual a relação do coelho e do ovo com a Páscoa?

Vem conhecer o significado da Páscoa, as tradições flavienses, o ovo e o coelho, símbolos que povoam o teu imaginário.

De seguida, convidamos-te a participares no ateliê “o meu ovo de Páscoa”, onde usando a imaginação e a criatividade poderás fazer e decorar o teu próprio ovo.

Para terminar, propomos-te alguma actividade física através da “caça ao ovo da Páscoa”. Serão escondidos pelo jardim da Torre de Menagem alguns ovos de chocolate, que terás de descobrir. Boa sorte!


De que estás à espera? Se tens entre 8 e 14 anos inscreve-te já!

* Data limite das inscrições: 15 de Abril.
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Peça do Mês de Março - 2011 - Denário





 • Super-categoria: Arqueologia

• Categoria: Numismática

• Sub-categoria: Moedas

• Denominação: Moeda Romana/Denário

• N.º de inv. 965/MRF/NcARQ/801/3/10

• Descrição: No anverso: Galera pretoriana e legenda AN [T. AVG.] III VIR. R. P. C.; no reverso: águia legionária entre duas insígnias militares com a legenda LEG. III. À volta bordo constituído por pontos.

• Época: Romana/República Romana; Séc. 32 a. C. - 31 a. C.

• Justificação da data: Moeda romana cunhada por Marco António no momento em que se preparava para a batalha de Actium (31 a. C.).

• Matéria: Prata

• Historial: Moeda romana fazendo parte de um conjunto de 11 denários pertencentes a um tesouro que incluiria cerca de 300 moedas de prata da República Romana e do Imperador Augusto. Inicialmente seriam 16 os denários oferecidos ao museu, mas em data posterior a 1977 terão desaparecido 5 deles. Uma parte das moedas terá sido vendida no Porto, segundo informações do Pe. J. Parente.

• Procedência do achado: Santo Estêvão, Chaves

• Data do achado: 1963

• Achador: Tenente Teodorico Palmeira

• Data de incorporação: 1965

• Localização: Núcleo de Arqueologia e Pré-História



 
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Projecto "Viver a Escola"

Um Património Vivo:






Pelo terceiro ano consecutivo, o Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense desenvolve a actividade “Um Património Vivo”. A acção decorre de 14 de Março a 5 de Abril e integra-se no âmbito do “Projecto Viver a Escola” da Divisão de Educação e Desporto da autarquia flaviense, tendo como destinatários crianças do ensino pré-escolar do concelho.

A iniciativa pretende explorar de forma lúdica e pedagógica a temática da Arte na Pré-história, através da realização da actividade “Artistas de palmo e meio na Pré-história”, constituída por três momentos essenciais: visualização de um filme animado “Era uma vez o Homem”; seguida de oficina lúdico-pedagógica de expressão plástica; terminando com a visita guiada ao espólio do museu.

A acção visa incutir desde cedo uma educação patrimonial nos mais pequenos, estimular as suas capacidades intelectuais, dar a conhecer os vestígios de arte rupestre na região, bem como incitar a visita e a participação das escolas nas iniciativas do Museu, de modo a promover a sua dinamização.





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Peça do Mês de Fevereiro - 2011 - Vaso Campaniforme








• Denominação: Vaso Campaniforme

• N.º Inv. 982/MRF/NcARQ/585/09

• Descrição: Vaso campaniforme de cerâmica, esférico, de boca fechada, fundo arredondado e com leve acentuação do colo; bordo com linhas paralelas; sob a parte superior do bojo nascem linhas verticais que separam uma banda com linhas oblíquas de outras com linhas em reticulado. De cor acastanhada.

• Época: Calcolítico; 3.º Milénio a. C. - 2.º Milénio a. C. aprox.

• Matéria: Cerâmica de pasta compacta, com desengordurante de calibre médio.

• Medidas: Alt. - 20 cm ; Diam. - 26 cm

• Procedência da recolha: Vinha da Soutilha, Mairos, concelho de Chaves.

• Camada estratigráfica: Nível III - Sector A (c. 3)

• Modo de incorporação: Mandato Legal

• Data de incorporação: 03/03/1982

• Localização: Núcleo de Arqueologia e Pré-História







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Roteiro para Crianças






O Núcleo de Arqueologia e Pré-História do Museu da Região Flaviense disponibiliza on-line um pequeno roteiro para crianças, que poderá servir como material de apoio na visita às colecções do museu, quer venham acompanhadas pelas escolas, quer em família. Os professores/educadores e pais poderão ter acesso aqui ao roteiro.






O Museu disponibiliza ainda uma série de Fichas de Trabalho destinadas às crianças. Faz aqui o download, imprime e põe à prova os teus conhecimentos depois de efectuares a visita.
Boa sorte!




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Peça do Mês de Janeiro - 2011 - Casula






• Designação: Casula

• Descrição: Veste litúrgica confeccionada em seda, de tons rosa e dourado, decorada com flores rosa e folhas verdes. Manto amplo aberto dos lados, sem mangas, e com uma abertura ao centro para a cabeça.

• Função: Paramento litúrgico do clero usado sobre a alva e a estola durante a celebração da missa. As cores da casula podem variar consoante o rito litúrgico.

• História: A casula teve origem na antiga vestimenta romana, o byrrus ou paenula, uma espécie de manto em forma de poncho que os homens vestiam sobre as túnicas entre os sécs. III a VI. Durante o período carolíngio as casulas sofreram as primeiras modificações nas formas e decoração. Para facilitar a movimentação dos braços, encurtou-se um pouco nos lados ou na parte frontal. A partir do século XVI, passa-se a encurtar cada vez mais as laterais das casulas, até que em finais do século XVII chega-se ao modelo hoje conhecido como casula romana e que foi o mais utilizado no nos rituais romanos até o século XX recuperar o uso das casulas góticas, que se tornaram novamente comuns.

• Exposição: Museu de Arte Sacra da Região Flaviense (Igreja de Santa Maria Maior).







Todos os meses, o blogue do Museu da Região Flaviense tem uma peça do seu espólio em destaque, para que possa conhecer melhor a nossa colecção museológica.



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